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Inteligência Emocional

O equilíbrio das emoções é muito importante para a vida pessoal e profissional de cada ser humano. No trabalho, assim como nas relações que mantemos em nossa vida privada e social, saber reconhecer e lidar com as emoções e seus inconsequentes ou consequentes comportamentos é um processo contínuo e diferencial.

Nesse sentido, ao falarmos em Inteligência Emocional, a evidenciamos como um ponto forte a ser trabalhado, e para muitos especialistas ela é mais importante do que o Quociente de Inteligência, o chamado (QI).

O que é Inteligência Emocional

A Inteligência Emocional (AI) é uma característica mensurável que diferencia o nível de performance de uma pessoa, de um trabalho ou papel, tanto na empresa, quanto na família e sociedade.

Inteligência emocional é um conceito em Psicologia que descreve a capacidade de reconhecer os próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles. É uma capacidade natural que nós temos para gerir nossas emoções com o objetivo de nos adaptarmos às circunstâncias de nosso ambiente; capacidade esta que podemos melhorar mediante introspecção e a prática. Segundo STERNBERG, R.J; Practical Intelligence. Nova York. Cambridge University, 2000.

A inteligência emocional está relacionada a habilidades tais como: motivar a si mesmo e persistir mediante frustações; controlar impulsos, canalizando emoções para situações apropriadas; praticar gratificação prorrogada; motivar pessoas, ajudando-as a liberar seus melhores talentos e conseguir seu engajamento a projetos de interesse comum a mais gente.

Até pouco tempo atrás o sucesso de uma pessoa era avaliado pelo raciocínio lógico e pelas habilidades matemáticas e espaciais (QI). O psicólogo da Universidade de Harvard e PhD Daniel Goleman resolveu discutir melhor o assunto em seu livro “Inteligência Emocional”.

Instituto Action Mind - Cursos e Coaching
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Ele traz o conceito da inteligência emocional como maior responsável pelo sucesso ou insucesso das pessoas: QI e QE. Os defensores da inteligência emocional destacam que não podemos falar de verdadeira inteligência se nos esquecermos da correta gestão das emoções, avaliadas pelo quociente emocional (QE).

O modelo da inteligência emocional afirma que o QI não deve ser o único fator para indicar a capacidade do indivíduo, visto que existe toda uma séria de habilidades, tanto ou mais importantes, baseadas nos sentimentos e nas emoções: o autocontrole, o entusiasmo, a automotivação, a empatia, etc.

Essas capacidades emocionais não são registradas pelos testes que medem o QI, mas são acessíveis com a bateria de testes que medem o QE. Para Goleman, a competência emocional que é medida indiretamente pelo QE, determina o grau de destreza que somos capazes de alcançar no domínio de nossas faculdades afetivas. As pessoas que atingiram uma maturidade psicológica neste aspecto são aquelas que sabem dominar seus sentimentos e relacionar-se efetivamente com os seus sentimentos e dos outros. O mesmo autor define inteligência emocional como “...capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os sentimentos dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos.”

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